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sábado, 8 de agosto de 2015

Vergonha Nacional - O Brasil precisa se libertar


Os últimos acontecimentos divulgados na mídia sobre a atual gestão política do país, é vergonhosa. Denúncias, desculpas e justificativas, uma mais absurda que a outra. O pior são as alegações de garantida da Democracia, como se ela fosse sinônimo de bagunça e ladroagem.

Fico pensando como serão nossos filhos e netos, vivenciando esta vergonha nacional instalada no país. Quando é que as pessoas que trabalham duro, para mostrar as coisas boas que temos, terão valor e serão ouvidas? É preciso dar um basta urgente neste descalabro, fazendo valer os princípios éticos e de responsabilidade com o que temos de melhor, nossa honra e orgulho pela nação.

Não quero aqui defender A ou B, estou farto de tantos políticos defendendo somente seus interesses. É hora de esquecermos os partidos e ideologias, pois o que está em jogo, é a nossa nação. Precisamos salvar o Brasil destes corruptos, que só sabem criar novas oportunidades para aumentarem o lucro de seus cofres.

Em 48 anos, não imaginei nunca passar pelo que estamos passando. Sempre busquei o caminho da legalidade, acreditando nas mensagens otimistas que o Brasil é o país do futuro, porém, a cada dia, o que vemos, é um país enterrado em lamas, sem nenhuma preocupação com a verdade, deixando um sentimento coletivo de que, não vale a pena, lutar por princípios éticos e morais.

Mas como tenho filhos e netos, não quero deixar que acreditem, que não acredito em nossa nação, apenas estou indignado com tantas notícias ruins, sejam elas na apresentação do problema ou quando elas são de defesa dos ataques. Uma briga sem fim, entre posição e oposição, governo e judiciário. Porém, precisamos como nunca dos caras pintadas, sair pra ruas e fazer valer nossos direitos. O Brasil precisa se libertar para voltar a sonhar.



Ronaldo Damaceno

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

Esperança e Otimismo de Dias Melhores

Em 2013, terminei o ano estudando um relatório que desenhava o cenário 2014, que mais parecia um pesadelo. Especialistas diziam que teríamos problemas com água, luz, desaquecimento da economia e muitas brigas políticas, que afetaria o crescimento do País. Atrelavam a isto o fato do ano ser curto para os negócios, devido ao Carnaval, Copa do Mundo e Eleições. Confesso que tomei algumas precauções, mas não apostei todas as minhas fichas, pois os números da economia estavam excelentes. Eu via nos problemas relatados, uma grande oportunidade e acreditava que nossos comandantes, saberiam o momento certo de agir para evitar tamanha dificuldade.

2014 foi exatamente o que todos os especialistas estavam prevendo, foi um ano de ensinamento, rico em detalhes, mostrando o quanto precisamos planejar. Muitas coisas que passamos e vivemos neste ano, poderiam ter sido evitadas, bastava força de vontade e interesse pelo povo por parte de nossos comandantes. Mas o povo também não fez o seu papel, ficamos acomodados a espera de um milagre.

Chego ao fim deste ano, sem vontade de ler o relatório do cenário de 2015, pois sinto que é chegada a hora de uma análise individual, de planos de reconstrução, jogando velhas crenças foras, sem perder a tradição, mas de semear esperança e otimismo. Sinto que as pessoas estão com medo, descrentes e assustadas com tantas notícias ruins. Como se estivéssemos voltando no tempo de horror da época em que Jesus Cristo nasceu. As pessoas estão se entregando aos poderosos por medo da força do império Romano e deixando de ter esperança e alegria.

As coisas supérfluas estão ganhando cada vez mais espaços em nossas vidas. Estamos perdendo o jeito de lutar pelo amor, por nossos familiares e por nossos sonhos. Estamos nos entregando a movimentos, que são comandados por grupos de interesseiros, que utilizam da inocência de um povo, que tem sede de liberdade e igualdade, para fortalecerem suas convicções e tornar real, factoides criados apenas com objetivo de manipular opiniões.

É chegado o natal, data de comemorar o nascimento de Jesus Cristo, o homem que mais pregou o amor, que morreu por defender a novidade, espalhando esperança e otimismo para um povo descrente. Sua mensagem ficou registrada e compartilhada por muitos, destacando uma frase, que precisa ser refletida, respeitada e principalmente, seguida: “Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida”. Precisamos seguir este caminho, sem duvidar de seus ensinamentos para que tenhamos vida cheia de amor.

Quero agradecer a todas as pessoas, sejam elas próximas, amigas e até mesmo os desafetos, por terem me moldado de alguma forma, direta ou indiretamente, pois me sinto forte, feliz e cada vez mais pronto para trilhar o caminho, em busca da verdade do amor, para uma vida plena de alegrias. Quero ainda reforçar a minha mensagem de confiança nas pessoas, na esperança de um Brasil melhor, com oportunidade para todos aqueles que sonham, que trabalham e que querem o bem coletivo da nação. Sem esquecer de reforçar minhas orações para que Jesus (Amor, Esperança e Vida) nasça nos corações daqueles que estão se entregando, estão se conformando e deixando de lutar por dias melhores.
 
Que nossos corações estejam prontos para o milagre divino e que o dinheiro, seguido de sucesso, sejaFeliz Natal e que 2015 seja maravilhoso para todos os nossos amigos, familiares, clientes e seguidores.
apenas a consequência daquilo que fazemos, com amor e servidão ao próximo.




Ronaldo Damaceno  

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Como viver em um País com opiniões divididas

Saber perder não é uma tarefa fácil, principalmente quando a derrota não é de curto prazo. Os brasileiros adeptos das propostas apresentadas por Aécio Neves, que como eu, questionavam a legitimidade do governo, a falta de transparência e a indecência de tantas denúncias, com algumas confirmações de desvios do dinheiro público, não conseguem renovar a esperança em uma candidata que está atolada nestas falcatruas.

Os Petistas decentes, pois nem todos estão corrompidos, precisam compreender que a manutenção desta ideologia, defendida há tantos anos, de um país mais justo, de igualdade, de oportunidades, foi terrivelmente atingido nesta eleição. A campanha passou do tom, transformando em uma guerra de factoides e de mentiras. Fica difícil acreditar que depois de tantos atentados à democracia, se consiga estabelecer uma harmonia para construir um novo ciclo de governo.

A derrota não foi de um candidato, mas sim, de mais da metade da população brasileira, digo isto, pois o número de pessoas que votaram no Aécio Neves, somadas com os brancos, nulos e aqueles que não compareceram às urnas, sem medo de errar, ultrapassam os 51% dos votos válidos concedidos a Presidente Dilma. Não obstante, a maior fatia do PIB nacional, que mantem este País funcionando, garantindo os benefícios que o Governo Federal tem orgulho de falar que dá ao povo mais necessitado, foi ignorado nesta eleição. A divisão que o Brasil acordou hoje, não é benéfica para ninguém, ao contrário, ela desperta um sentimento de injustiça, de ingratidão e principalmente, de desigual.

Os mais poderosos talvez sofram menos, pois podem investir em outros locais do mundo, ou até mesmo no Brasil, mas com a atual insegurança, cada vez menos. A classe média, que já é sacrificada por anos neste país, não tem muito o que fazer, exceto viver as margens da Lei, deixando de recolher seus impostos. Já os mais pobres, como diz a humorista da Praça é Nossa, “O coitado”. Estes terão que pagar o que não possuem. Como sonhar com um benefício, se a receita está comprometida? Como comprar se sua receita se transformou em pó? Por fim, como o governo garantirá seus compromissos, se os brasileiros não conseguem pagar seus impostos?

Alguns amigos Petistas, diziam nas redes sociais, que o mais forte venceu, outros, ofereciam a Represa da Cantareira para que os Tucanos chorassem. Tudo parecia uma derrota de futebol, ou uma perda da Copa do Mundo. As pessoas não perceberam a gravidade do negócio. Simplesmente comemoravam o ponta pé inicial do desastre econômico do País.

Meu desabafo é a constatação de vários estudiosos do futuro do Brasil, que como eu, estão buscando esperanças no fundo da alma, para voltar a enxergar oportunidades. O Brasil como nunca, precisa de um novo sonho, de um novo projeto, mesmo que oferecido pela Dilma. Precisamos respirar sem ajuda de um respirador ou de um cilindro de oxigênio.

Por mais que possa parecer um choro de quem perdeu, de uma pessoa decepcionada, ou de um fanático, como alguns podem pensar, não é. A divisão estabelecida é muito forte e na história, não lembro de nenhum País que conseguiu sobreviver a um processo como este. Todos os países que enfrentaram este cenário, estão sofrendo até hoje, dentre eles, Coreia do Sul e Coreia do Norte, Alemanha, Rússia. Alguns até estão quebrando os muros da divisão, mas sobre muito sofrimento, preconceito e principalmente, com maior nível de desigualdade.

É hora de revermos o Brasil, deixar nossas preferências de lado e discutir soluções capazes de quebrar barreiras, principalmente, buscar uma solução conciliadora que dê condições para a Dilma fazer alguma coisa. Precisamos colocar o Brasil em primeiro lugar e lutar como nunca pelo seu desenvolvimento. Ninguém vai ganhar se mantermos este cordão imaginário. Precisamos ser mais fortes do que os poderosos que estão nos submetendo ao abismo.

Eu amo o Brasil e sua diversidade, amo as pessoas e as diferenças que cada um possui. Estou acostumado a ver com otimismo as dificuldades que atravessamos e como somos capazes de sacudir a poeira e traçar uma nova rota. É nisto que estou apostando, é isto que pretendo fazer. Porém não acredito que isto seja possível apenas com a boa vontade dos cidadãos brasileiros, é preciso que o poder se manifeste, dê o primeiro passo e principalmente, saía do pedestal, mostrando com firmeza de que pretende reconstruir a unificação do povo brasileiro.



Ronaldo Damaceno
São Paulo, 27/10/2014

Leia também: Tirando lição da campanha política 2014




sábado, 25 de outubro de 2014

Tirando lição da campanha política 2014

Agora que estamos chegando ao fim desta eleição, onde sem dúvida alguma, foi uma das mais disputadas e mais acirradas, pelo menos, que eu tenha presenciado. Devemos analisar os pontos fortes e fracos desta campanha, bem como tirar lições de aprendizado disto tudo.

Sem dúvida nenhuma, esta eleição arrancou várias pessoas da zona de conforto, por exemplo: eu. Durante anos fiquei calado e guardava o voto em segredo. Vários amigos meus se manifestaram, saíram pra rua, substituíram suas fotos pelas fotos dos candidatos que apoiavam nas redes sociais. Alguns se revelaram intransigentes, outros marketeiros natos e outros, se revelaram excelentes pesquisadores. A cada dia que passava, ou a cada amigo que se declarava, parecia impulsionar outro a se manifestar. Confesso que nunca vi esta reação, ao menos, nada tão forte e parecido.

Os debates nas redes sociais foram emocionantes, eram amigos comuns, tentando convencer um ao outro, as vezes com ignorância, outras com simpatia e outras com muita tática de negociação. A cada novo debate entre os políticos, a cada novo factoide, a cada nova noticia, uma rodada nova de negociação ocorria. As pessoas lutavam por meio de textos, fotos e vídeos, na busca de desqualificar ou de mudar a opinião do outro.

Aos poucos se tornou uma guerra de emoções. Digo isto, pois no início, o PT, que não é novidade para ninguém, tinha o domínio disto. Porém com o andar da eleição, talvez por tantas mentiras e agressões de ambos os lados, mas com maior ênfase da parte de Lula e da Dilma, foi modificando os candidatos do Aécio, que ao meu ver, na sua grande maioria, não defendiam o PSDB e sim um projeto de reconstrução do País. As pessoas passaram a ver no Aécio uma oportunidade de mudar nossas vidas. A razão começou a tomar conta e o coração deu espaço para aceitar o novo. Acredito que nem o Aécio imaginava terminar assim.

Não consigo prever o resultado de amanhã, mas entendo que, seja quem for o vencedor, terá uma grande batalha pela frente. O Brasil não será mais o mesmo, as pessoas acordaram de fato e estão dispostas a lutarem por seus direitos e sonhos. Engana-se quem pensa que a Dilma ganhando, será um sinal de que os desvios e roubos estão liberados, que eles continuarão fazendo o que sempre fizeram, ou que tudo voltara ao normal. Dificilmente o que foi despertado, será dissipado rapidamente. O canal foi criado, as pessoas aprenderam o caminho e de certa forma, gostaram de discutir política.

As redes sociais, Youtube, Facebook, Twitter, Google+, Linkedin, dentre outras, se mostraram uma ferramenta de pesquisas e de comunicação de massa. É fato que as pessoas se soltam atrás de seus computadores, tabletes e celulares, fazendo comentários verdadeiros e sem medo. Mensagens e brincadeiras tornam os textos divertidos, envolvendo qualquer um, preto, branco, presidente, diretor, faxineiro, auxiliares, médicos, economistas, profissionais ou não, de uma maneira geral.

As outras eleições acabavam e tudo volta ao normal, mas esta, com certeza não será assim, ao menos de imediato. O segundo lugar nunca teve tanta importância como terá agora. Este Representará a outra metade dos eleitorados e se mantiver contato, assim como aconteceu com o Lula, voltará sempre mais forte, cativando cada vez mais pessoas para seu projeto.

Sendo assim, destaco como ponto forte o envolvimento da sociedade, mostrando sua cara. Fico imaginando que, se o Cazuza estivesse vivo, estaria comemorando, pois parece que os cidadãos brasileiros ouviram mesmo a sua música: "Brasil mostra sua cara, quero ver quem paga, pra gente ficar assim. Brasil, qual o teu negócio, o nome do teu sócio, confia em mim".

Os pontos fracos são muitos, mentiras, dados estatísticos adulterados ou forjados, manipulações de informações, suspeitas de compras de pesquisas eleitorais, brigas entre eleitores, agressões entre candidatos e exagero de informações falsas. Faltou debates de ideias e de propostas, uma construção de um plano que envolva a sociedade para uma mudança política e cultural do país.

Não foi nada agradável, ver pessoas se vendendo por tão pouco, por um almoço, viagem e mais R$ 50,00. As pessoas vestiam as roupas dos candidatos e se dirigiam para os comícios eleitorais, outros diziam que votaria em alguém para forjar o resultado das pesquisas. Outros lutavam para manter o bolsa família, minha casa minha vida e Pronatec, por medo do que ocorreria se a oposição ganhasse. Também não foi nada agradável ver as estatais serem utilizadas como currais eleitorais, divulgando o seu candidato e informações falsas para assustar os menos favorecidos de informações.
Análise Crítica do Brasil como um Processo, sem buscar culpados

Era comum os Petistas dizerem entre uma mensagem ou outra, de que a maioria dos eleitores que votavam na Dilma (ou melhor dizer, no Lula), não tinham tempo para ver ou não tinham acesso as redes sociais. O pior é que as notícias não eram dadas nos jornais, revistas e televisão. Quando algo era vazado, era de forma tão resumida, que deixa dúvidas para qualquer um dos dois lados.

Se não fosse os escândalos da Petrobras, do Banco do Brasil e a falta de água, não teríamos metade do efeito de discussão que tivemos, pois foram estes os principais temas, que aos poucos foram sendo direcionados para saúde, segurança, educação, tecnologia, logística e infraestrutura.

Acredito que não seja novidade para ninguém em quem votarei amanhã, por enumeras justificativas, que já dei, porém não será nenhuma surpresa se a Dilma ganhar. Mas quero deixar registrado que manterei firme e operante a minha luta por um país mais justo e que tenha mais a minha cara, sem faltar com o respeito a todas as demais opiniões.


Que Deus nos abençoe amanhã e que o Brasil saia mais forte do que entrou nesta eleição.


Ronaldo Damaceno
26/10/2014

Análise Crítica do Brasil como um Processo, sem buscar culpados
Muda Brasil




terça-feira, 21 de outubro de 2014

Análise Crítica do Brasil como um Processo, sem buscar culpados

Alguns dias atras em um jantar de negócios com grandes e velhos amigos, começamos a discutir sobre a eleição 2014, onde para minha surpresa, dois dos meus melhores amigos, confessaram  que votaria na Candidata e atual Presidente Dilma, por entenderem que quando o Lula foi presidente do Brasil, conseguiu controlar a crise mundial de 2008, sem reduzir o investimento no país, além de reduzir impostos e incentivar o consumo, bem como, emprestou dinheiro para o FMI ajudar os países que estavam enfrentado o problema. A ação que permitiu isto, foi que, assim que o Lula assumiu o cargo de Presidente da Republica, iniciou tratativas com os países tidos como emergentes (China, Índia, Russia, Africa, dentre outros), para estreitar o relacionamento comercial. Precisamos esclarecer, que nada disso foi planejado, o que fez o Lula tomar esta iniciativa, foi a máxima de marketing, que não devemos ter todos os ovos na mesma cesta. Cabe lembrar, que ele assumiu em janeiro de 2003 e a crise ocorreu em 2008.

Analisando a informação, percebi que apesar de não gostar, o meu amigo estava correto. O Lula realmente acertou na mosca, mesmo que sem querer, pois a crise foi mais forte nos EUA e em toda Europa. Ficamos livres deste cenário, por não dependermos tanto deles.

Uma outra amiga, que trabalha com alimentação, disse votar na Dilma, pois pela primeira vez na história, ficamos fora da linha da pobreza na pesquisa internacional mundial. Mais uma vez, fui obrigado a concordar e rever meus conceitos sobre a gestão do PT. Ai, como último respiro, perguntei, estes dados foram na gestão da Dilma? E para minha alegria, tive não como resposta.

Começamos então a verificar o que a Dilma havia realizado para poder separar as coisas e fazermos uma avaliação correta, mesmo que não mudássemos de opinião, apenas para garantir a imparcialidade da conversa. Não demorou muito para concluirmos de que na Gestão Dilma, as coisas não foram tão bem como parecia. A desculpa passou a ser a Copa do Mundo. Os números realmente são desastrosos se considerarmos apenas a sua gestão. O pior de tudo isto, é que boa parte das obras, tidas como essenciais para o país, foram interrompidas ou estão paradas.

O mais engraçado nesta conversa, é que chegamos a conclusão de que os ovos que foram divididos em cestas, passaram a ter uma grande concentração na China e isto, de certa forma, passou a ser um novo problema, pois atualmente este país vem tendo queda no crescimento, ano a ano. Em 2008 quando a crise começou, a China tinha PIB de 10,5%, atualmente estão com 7,3% e com previsão para os próximos anos de crescer somente a metade disto. Isto é péssimo para o Brasil, uma vez que temos um modelo de política muito semelhante. Os dois países acreditam no financiamento de curto, médio e longo prazo, com apoio do subsidio do governo, apostando no consumo da população.

Porém os dados mostram que a população está com seu orçamento endividado em mais de 60%, as taxas de inadimplência em alta, com juros de financiamento cada vez mais caro. Isto prova que em breve, teremos uma resseção. Cabe dizer que não sou economista, nem tão pouco os meus amigos, porém fizemos uma análise critica dos dados que a imprensa tem a disposição, exercendo uma das coisas que mais cobramos quando implementamos um Sistema de Gestão da Qualidade.

A saída preventiva, seria dar aumento de salários para a população, reduzir os gastos na máquina do governo e baixar os impostos, para que o empregador consiga manter os valores atuais, mesmo como aumento de salário. A equação parece fácil, mas não é. O Brasil tem hoje o maior número de ministérios (34 ao todo), o maior cabide de empregos e gasta mais do que recebe, basta ver a atual divida interna, que triplicou ao longo da governança do PT. Nossa divida externa é ficha, perto do que se tornou a divida interna. Não obstante, estamos sendo mantidos pelo BNDES, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, colocando em risco as poupanças, o FGTS e as aplicações financeiras como CDB ou CDI. Pior ainda, é que as companhias de luz, petróleo, água e telefonia, estão sobre monitoramento do governo, com deficit de quase 130% e depois das eleições, terão as tarifas reajustadas e quem mais uma vez pagará a conta, é o povo brasileiro.

Ai vem a Dilma dizer nos debates e nas campanhas de rádio e TV, que a inflação está controlada. Que tivemos um problema aleatório devido a estiagem, que pega o Centro, Centro-Oeste e todo o Sudeste. Porém ataca apenas o governo do estado de São Paulo, por não ter realizado o investimento necessário para manter os reservatórios. O que muita gente esquece, é que durante a copa do mundo, o governador de São Paulo, foi informado que deveria liberar mais água para garantir o funcionamento da energia elétrica do país, alias, uma das coisas que mais cresceu no governo do PT, foram as usinas hidrelétricas. O que devemos questionar é, com quais reservas de água elas estão sendo processadas?

É preciso analisar o processo ao invés de buscar culpados. O Brasil não merece passar por nova crise econômica e de identidade. Apostar na continuidade com o PT, é ver a luz se apagar para o futuro, uma vez que as medidas continuaram sendo de protecionismo, pela sobrevivência do partido. Entendo que apostar em outro governo, mesmo que seja do PSDB, é dar um voto de esperança para uma nova fase. Não podemos deixar que o medo, nos domine. Lembro como se fosse hoje, na época em que o Lula só era candidato, ele dizia, "não deixa o medo vencer" e hoje é isto que ele mais faz, impõe a sociedade o medo de mudar.

Eu sinceramente acredito que a coragem prevalecerá, mesmo com tanto dinheiro investido para deturpar a opinião pura e singela das pessoas, que acreditam nos factoides imposto pela mídia.

Acorda Brasil!!!!



Ronaldo Damaceno