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Nos últimos meses escrevi alguns textos sobre liderança, focado no comportamento e atitudes, que considero ser essenciais para que uma pes...

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domingo, 15 de março de 2015

O que fazer se o Governo está surdo?

É lamentável ouvir a defesa do Governo frente as Manifestações dos últimos dias. No início, até parecia que tinham entendido, ao afirmarem que a manifestação não representava um Golpe Político, que era algo relacionado ao sentimento da população, mas daí para frente, se tornou um discurso sul real. Acredito que a defesa por seus ideais, impeça uma análise mais realista do que a população está tentando dizer.

O Governo repete falas de outros anos, insiste em dizer estarem abertos ao diálogo e que ouvirá a sociedade para tomada de novas ações. Acontece que o discurso anda completamente contrário ao movimento diário. A cada pacote de medidas, mostra um distanciamento cada vez maior da população. A Presidente Dilma, que diz governar para toda população, mas em sua defesa, afirma que, os manifestantes são os mesmos que não votaram nela. De certa forma, diz que a manifestação não é importante ou representativa, pois quem votou nela, continua fiel.

Fica difícil acreditar que neste atual governo, encontraremos uma saída equilibrada da atual situação. A população precisará encontrar novos meios de tornar clara sua posição. Será necessário um interlocutor, que transforme nossas queixas em propostas, mas sem que esta pessoa represente a oposição ou o partido. Precisa ser alguém neutro, que tramite dos dois lados e que seja respeitado por ambos.

Em outras palavras, precisamos de uma mobilização construtiva, sem defesas e vaidades. O Brasil precisa se reformular, sem a necessidade de criar um salvador da pátria ou de um bandido sem escrúpulos. Pensar de maneira objetiva, ampla, com foco e com propósito. A saída seria utilizar as agências e fazer rodadas de negociações, levantar o máximo de posições, sem discussão se isto é ou não certo, para depois, discutir propostas realistas e apresentar para sociedade, novamente em rodadas de negociações.

Também poderíamos utilizar da internet para levantar informações e convidar especialistas, professores, consultores e até mesmos políticos de outros países, que sejam exemplos de gestores, para que encontremos uma alternativa. Precisamos acordar deste pesadelo, em que, os políticos de maneira geral, estão contaminados por toda esta lama. Precisamos eliminar os tampões dos ouvidos e buscar um caminho mais confiável e seguro para o Brasil.


São Paulo, 15 de março de 2015.



Ronaldo Damaceno

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Análise Crítica do Brasil como um Processo, sem buscar culpados

Alguns dias atras em um jantar de negócios com grandes e velhos amigos, começamos a discutir sobre a eleição 2014, onde para minha surpresa, dois dos meus melhores amigos, confessaram  que votaria na Candidata e atual Presidente Dilma, por entenderem que quando o Lula foi presidente do Brasil, conseguiu controlar a crise mundial de 2008, sem reduzir o investimento no país, além de reduzir impostos e incentivar o consumo, bem como, emprestou dinheiro para o FMI ajudar os países que estavam enfrentado o problema. A ação que permitiu isto, foi que, assim que o Lula assumiu o cargo de Presidente da Republica, iniciou tratativas com os países tidos como emergentes (China, Índia, Russia, Africa, dentre outros), para estreitar o relacionamento comercial. Precisamos esclarecer, que nada disso foi planejado, o que fez o Lula tomar esta iniciativa, foi a máxima de marketing, que não devemos ter todos os ovos na mesma cesta. Cabe lembrar, que ele assumiu em janeiro de 2003 e a crise ocorreu em 2008.

Analisando a informação, percebi que apesar de não gostar, o meu amigo estava correto. O Lula realmente acertou na mosca, mesmo que sem querer, pois a crise foi mais forte nos EUA e em toda Europa. Ficamos livres deste cenário, por não dependermos tanto deles.

Uma outra amiga, que trabalha com alimentação, disse votar na Dilma, pois pela primeira vez na história, ficamos fora da linha da pobreza na pesquisa internacional mundial. Mais uma vez, fui obrigado a concordar e rever meus conceitos sobre a gestão do PT. Ai, como último respiro, perguntei, estes dados foram na gestão da Dilma? E para minha alegria, tive não como resposta.

Começamos então a verificar o que a Dilma havia realizado para poder separar as coisas e fazermos uma avaliação correta, mesmo que não mudássemos de opinião, apenas para garantir a imparcialidade da conversa. Não demorou muito para concluirmos de que na Gestão Dilma, as coisas não foram tão bem como parecia. A desculpa passou a ser a Copa do Mundo. Os números realmente são desastrosos se considerarmos apenas a sua gestão. O pior de tudo isto, é que boa parte das obras, tidas como essenciais para o país, foram interrompidas ou estão paradas.

O mais engraçado nesta conversa, é que chegamos a conclusão de que os ovos que foram divididos em cestas, passaram a ter uma grande concentração na China e isto, de certa forma, passou a ser um novo problema, pois atualmente este país vem tendo queda no crescimento, ano a ano. Em 2008 quando a crise começou, a China tinha PIB de 10,5%, atualmente estão com 7,3% e com previsão para os próximos anos de crescer somente a metade disto. Isto é péssimo para o Brasil, uma vez que temos um modelo de política muito semelhante. Os dois países acreditam no financiamento de curto, médio e longo prazo, com apoio do subsidio do governo, apostando no consumo da população.

Porém os dados mostram que a população está com seu orçamento endividado em mais de 60%, as taxas de inadimplência em alta, com juros de financiamento cada vez mais caro. Isto prova que em breve, teremos uma resseção. Cabe dizer que não sou economista, nem tão pouco os meus amigos, porém fizemos uma análise critica dos dados que a imprensa tem a disposição, exercendo uma das coisas que mais cobramos quando implementamos um Sistema de Gestão da Qualidade.

A saída preventiva, seria dar aumento de salários para a população, reduzir os gastos na máquina do governo e baixar os impostos, para que o empregador consiga manter os valores atuais, mesmo como aumento de salário. A equação parece fácil, mas não é. O Brasil tem hoje o maior número de ministérios (34 ao todo), o maior cabide de empregos e gasta mais do que recebe, basta ver a atual divida interna, que triplicou ao longo da governança do PT. Nossa divida externa é ficha, perto do que se tornou a divida interna. Não obstante, estamos sendo mantidos pelo BNDES, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, colocando em risco as poupanças, o FGTS e as aplicações financeiras como CDB ou CDI. Pior ainda, é que as companhias de luz, petróleo, água e telefonia, estão sobre monitoramento do governo, com deficit de quase 130% e depois das eleições, terão as tarifas reajustadas e quem mais uma vez pagará a conta, é o povo brasileiro.

Ai vem a Dilma dizer nos debates e nas campanhas de rádio e TV, que a inflação está controlada. Que tivemos um problema aleatório devido a estiagem, que pega o Centro, Centro-Oeste e todo o Sudeste. Porém ataca apenas o governo do estado de São Paulo, por não ter realizado o investimento necessário para manter os reservatórios. O que muita gente esquece, é que durante a copa do mundo, o governador de São Paulo, foi informado que deveria liberar mais água para garantir o funcionamento da energia elétrica do país, alias, uma das coisas que mais cresceu no governo do PT, foram as usinas hidrelétricas. O que devemos questionar é, com quais reservas de água elas estão sendo processadas?

É preciso analisar o processo ao invés de buscar culpados. O Brasil não merece passar por nova crise econômica e de identidade. Apostar na continuidade com o PT, é ver a luz se apagar para o futuro, uma vez que as medidas continuaram sendo de protecionismo, pela sobrevivência do partido. Entendo que apostar em outro governo, mesmo que seja do PSDB, é dar um voto de esperança para uma nova fase. Não podemos deixar que o medo, nos domine. Lembro como se fosse hoje, na época em que o Lula só era candidato, ele dizia, "não deixa o medo vencer" e hoje é isto que ele mais faz, impõe a sociedade o medo de mudar.

Eu sinceramente acredito que a coragem prevalecerá, mesmo com tanto dinheiro investido para deturpar a opinião pura e singela das pessoas, que acreditam nos factoides imposto pela mídia.

Acorda Brasil!!!!



Ronaldo Damaceno


segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Quando tudo parece igual, é preciso agir com a razão.

A pesquisa Datafolha de 20/10/2014, mostra o quanto os brasileiros estão acomodados e incertos. Até a semana passada, o candidato Aécio Neves estava a frente e como num passe de mágica, o sistema foi revertido nesta pesquisa. O motivo é simples e objetivo, o PT começou a fazer o que faz de melhor. Começou a desconstruir a pessoa, como se eles fossem os donos da moral e dos bons costumes.

O candidato Aécio, que defendia a mudança do Brasil, foi colocado de igual com a candidata e Presidente Dilma. Algumas de suas postagens na rede social, como Facebook, Twitter ou Google +, afirmava que as propostas do Aécio são iguais a dela, que não existe diferença.

É triste, mas analisando friamente, é o que realmente parece. As propostas se assemelham mesmo, o que muda seria a pessoa que conduziria estas propostas. E foi ai que o PT atuou. Do nada, passou a questionar o fato do Aécio ter se recusado a fazer o testo do bafômetro, ter batido em mulher e foi processado pelo Ministério Público de Minas Gerais, por desviar dinheiro da Saúde. Não obstante, o PSDB foi envolvido no escândalo da Petrobras. Isto foi o suficiente para igualar as candidaturas e fazer com que as pessoas questionassem, se o sujo não estaria falando do mal lavado.

Isto parece um um filme que já assistimos muitas e muitas vezes. Basta voltar no tempo e você perceberá que isto já aconteceu com José Sarney, Fernando Collor de Melo, Paulo Maluf, Delfim Neto, dentre outros, que hoje são aliados do PT. Temos ainda as pessoas que não cederam a pressão e que também foram bombardeados, como por exemplo: Marina Silva, Geraldo Alckimim, José Serra e Fernando Henrique Cardoso.  Parece que todas as pessoas que ameaçam o reinado do PT não servem, logo são metralhadas e massacradas.

A sociedade é manipulada claramente, por elas, com ajuda da mídia, que ora apoia o Aécio, ora apoia a Dilma. Como se fosse uma gincana, que vence quem pagar mais, ou quem tiver mais factoides, sem relação com a verdade, mas que vendem jornais, revistas e acessos. É vergonhoso ver o País aceitando esta situação, ano após ano, sem questionar, sem se indignar com a falta de propósito e de veracidade dos fatos.

Há pouco tempo, o Romeu Tuma Junior, estava em todas as páginas da mídia, com o lançamento do seu livro, que revela as maracutaias do PT para desmoralizar os candidatos que se colocavam contra seu ideais, ou que representava riscos para seus projetos (http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/o-livro-bomba). Hoje, ninguém fala mais nada, é como se nada tivesse sido publicado. O livro está sendo um dos mais vendidos e mesmo assim, a população não percebe que as mesmas armas relatadas por ele, os mesmo moldes operandi, estão ocorrendo, de baixo do nosso nariz.

A sensação que fica, é que as pessoas não se indignam mais. Elas acham norma a prática da corrupção e que realmente todos os políticos estão envolvidos. É difícil acreditar, que possamos ser tão ingênuos, caindo sempre nas mesmas armadilhas. O Brasil vem sendo manipulado da pior maneira possível pela força da máquina pública e da mídia paga. É preciso coragem para buscar a verdade, que está além dos sentimentos. Neste momento, é preciso buscar a razão, a lógica e perceber que nem tudo parece o que é.

Que Deus esteja com cada um nesta eleição e que prevaleça a escolha, mesmo que isto não represente a minha opinião.



Ronaldo Damaceno




Repensando a Segurança do Brasil

Este assunto é polêmico e envolve muitas frentes de pensamento. Muitas empresas ganham fortunas com a insegurança que o País vive, desde seguradoras, agências de segurança particular, sistemas eletrônicos de segurança, indústrias e prestadores de serviços. Sem contar com os desmanches de automóveis, lojas de materiais usados e as grande facções de tráfico e droga.

Repensar este ciclo é mexer na zona de conforto, além de quebrar paradigmas da sociedade que defendem os direitos humanos, mesmo que estes direitos, prejudiquem boa parte da sociedade. O contraste desta situação, é que as pessoas defendem que o preso, com o tempo, consegue se recuperar e voltar para a sociedade regenerado. Sendo assim, gastam-se fábulas de dinheiro para manter as pessoas presas. O sistema carcerário custa mais caro que o salário mínimo. É uma covardia. Atualmente esposas de presos ganham mais do que trabalhando.

O que precisamos fazer é classificar os crimes de acordo com os riscos envolvidos, definindo prisões diferenciais de acordo com o crime cometido, por exemplo: se o crime for básico, por uma pessoa sem antecedentes, trabalhador e que foi envolvido devido as circunstâncias, deveria gozar de uma prisão especial, trancado por no máximo 90 dias, com trabalho voluntário e comunitário, passar por um processo de revisão educacional comportamental, com acompanhamento psicológico e ser devolvido à sociedade. Já os casos intermediários, ou seja, crimes de roubo de veículos, assalto a banco, dentre outros, que coloque a vida de um ou mais, deveriam ser presos em regime fechado por tempo determinado pelo Juiz, mas com as custas pagas pelo trabalho realizado internamente no presídio, ou em construções de estradas, pontes ou ainda, em fazendas na plantação de alimentos para a população carente e necessitada.

Os presos por situações graves, como sequestro, estupro, violência seguida de morte, traficantes de drogas, alicerçamento de menores e pedofilia, deveriam ser presos em regime fechado, sem direito a visitas, isolados da sociedade em penitenciárias separadas, impossibilitando a sua fuga, com trabalho forçado de ao menos 6 horas para ajudar na manutenção de sua prisão.

O estudo deveria incluir avaliações do perfil do presidiário, tais como: se ele é formado, trabalhador, se é primário e se teve todas as oportunidades que o mercado oferece, depois considerar se sua prisão foi devido a fatores externos, por envolvimento com drogas para sustentar o vício e pagar sua dívida com os traficantes.

Na verdade o Brasil precisa como nunca de uma inteligência para derrubar o impeto da insegurança. Não podemos continuar tratando um ladrão de laranja igual a um estuprador, um ladrão de caixa de supermercado ou de ônibus, como um assalto a bancos. É preciso rever a lei para contemplar as diferenças com tratamentos mais claros e objetivos.

Alias é preciso implantar uma nova forma de recuperar os políticos que a cada dia, desviam dinheiro que é da sociedade para uso próprio. A prisão deveria estar atrelada a impedir que o candidato tenha direito a voltar a exercer cargo no governo, além de estabelecer uma forma de recuperar o recurso roubado.

Mudar este cenário requer uma discussão ampla com a sociedade, presos, religiosos e até mesmo com os policiais. Será preciso encontrar um novo caminho, que realmente traga benefícios, diretos e indiretamente para a nação brasileira.

Para este tipo de inteligência teremos que trabalhar em conjunto os serviços de segurança: Federal, Estadual, Municipal, bem como as agências de segurança particulares. Teremos que fazer uma teia, que consiga dificultar o trabalho dos ladrões e bandidos.

O Brasil terá que se despir de preconceitos e valores morais, para tratar a situação com a importância que merece.


Ronaldo Damaceno

Contraste Brasil

Todos os dias temos noticias de uma empresa que faliu, seja ela de educação, consultório médico, hospital, clínica, segurança, operadora de plano de saúde, dentre outras. Os motivos são sempre os mesmos, falta de recurso financeiro, falha da gestão administrativa e financeira, dívidas com bancos e com os impostos do governo. Do outro lado, podemos ver que o governo continua em busca de novos locais para investir, gastando fortunas em espaços físicos maravilhosos para fazerem escolas, universidades, ensino técnico, hospitais, ambulatórios. A pergunta que não quer calar é, não seria mais barato, o governo ajudar a estas empresas que estão falindo a se recuperarem?

As dividas estaduais e municipais, vivem sendo renegociadas, com novos prazos e condições, mesmo que elas estejam altas, já para as empresas, médias e pequenas, não existe nada, nenhum programa de recuperação. É como se não tivesse nenhum valor para o mercado brasileiro. Isto contraria indicadores do SEBRAE e do IBGE que dizem que mais de 50% dos empregos são relacionados as pequenas e médias empresas.

Por exemplo, uma operadora de plano de saúde, muitas vezes fale for inadimplência dos usuários/clientes, em compensação o governo possui o maior convênio do Brasil, o SUS, que tem uma ampla carteira reprimida, por falta de opções de atendimento. Então, porque não drenar estes pacientes para estas operadoras que estão com dificuldades financeiras, desde que acompanhadas por um gestor recomendado pela ANS? O governo não poderia drenar estes pacientes para os consultórios, clínicas, laboratórios e hospitais particulares com dificuldades financeiras?

Outra questão importante, é a remuneração dos procedimentos médicos, o SUS paga muito abaixo das tabelas tradicionais dos Planos de Saúde. Será que é por questões econômicas, acordadas entre o Governo e as Federações Comerciais destas operadoras? Se o governo remunerar melhor seus procedimentos, os serviços particulares, tidos como suplementares, poderiam atender esta carteira reprimida e melhorar a qualidade de vida de toda uma nação.

Entendo que isto só não ocorre, para não afetar o mercado existente. Como justificar os valores cobrados das operadoras de planos de saúde, uma vez que poderíamos ter tudo gratuitamente oferecido pelo Governo. É nesta hora, que fico indignado e entendo que o Brasil precisa se reformular. Há espaço para os dois modelos de gestão, basta fazer um esforço administrativo e trabalhar conjuntamente para mudar este cenário.

O mesmo pode ocorrer com a educação e com as creches. Tantas escolas e creches particulares estão as moscas e o governo fica lutando para fazer o seu. Talvez porque gerir da maneira como idealizo, dificultará os desvios de recursos por empresas ou serviços, nas tomadas de licitações. Ou talvez porque o nome do político não ficará em evidência, pois não terá um local para colocar sua placa.

Gostaria muito de ver governo, mídia e população lutando para um Brasil mais justo, mas decente, com mais oportunidades para todos, mesmo que isto, quebrasse alguns paradigmas impostos pela sociedade econômica atual. É hora de encontrarmos o nosso jeito de governar, sem tanta influência internacional, sem tantos entraves de congressos, sem tanta demagogia política.

O Brasil pode e merece ser melhor, mais digno e rico de oportunidades. Peço a quem ama este País, que compartilhe este texto, que incentivem seus parceiros e amigos, a lutarem por uma sociedade mais justa.


Ronaldo Damaceno

Bem vindos ao Blog de Ronaldo Damaceno

Amigos e seguidores, este blog foi criado com intuito de separar a minha pessoa da empresa que represento no mercado, a RD Consultoria. Muitos pensamentos que tenho sobre política, qualidade de vida, meio ambiente, educação, dentre outros, ficaria difícil continuar publicando no Blog da RD, que tem outro público e outro tipo de seguimento.

Espero com isto ficar mais a vontade para discutir meus pensamentos, debatê-los e até mesmo, criar um canal de comunicação aberto com as pessoas que gostam do Brasil como eu.

Não tenho neste momento nenhuma intenção política, mas gostaria muito de ajudar a reconstruir este País que tanto amo. Não aguento mais ver tantas pessoas sugando suas riquezas e energia, sem devolverem ao povo a sua dignidade.

Adoraria poder contar com novos seguidores, principalmente aqueles que querem o de melhor para Brasil, acima de vaidades políticas, partidos, sindicatos e facções. O bem geral da comunidade brasileira deve ser o foco e não apenas discutir opiniões, factoides e outros subterfúgios criados pela mídia. Venha participar deste seguimento e cria um canal para um dia, quem sabe, apresentar ao País.

Na verdade, desejo com isto, combater a mídia interesseira, que fica em cima do muro, ajudando a Deus e ao Diabo, na luta de manter seus patrocínios. De manhã elas pregam uma nota de um lado e depois outra do outro lado. Mostrar o que é certo ou errado, nem pensar.